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10 edifícios europeus que toda a gente conhece

A Europa é pródiga em edifícios lindíssimos que ilustram postais e pinturas e servem de cenário a filmes e documentários. Neste artigo vamos conhecer 10 desses edifícios europeus, que todos conhecemos e dos quais por vezes tão pouco sabemos:

1. Torre Eiffel

Quem nunca viu fotografias da Torre Eiffel? Quem não sabe que está localizada em Paris, França? A Torre Eiffel é um dos maiores símbolos de França no mundo e a sua construção data do século XIX. A história da Torre teve início quando a França organizou a Exposição Universal de 1889 e lançou um concurso para a construção de um monumento a colocar no Champs de Mars, a fim de servir como arco de entrada para a dita Exposição. O engenheiro Gustave Eiffel venceu a competição com o projeto arquitetónico da Torre Eiffel. Construída em ferro a Torre Eiffel (nome herdado do seu criador) manteve-se como durante cerca de 40 anos, medindo originalmente 324 metros de altura e pesando cerca de 7.300 toneladas. Cerca de 20 anos após a Exposição Universal, e quando cessou o contrato de arrendamento do terreno, a Torre Eiffel esteve prestes a ser demolida por se ter esgotado a sua finalidade. Na altura o que salvou a Torre da derrocada iminente foi o facto de lhe ter sido instalada uma poderosa antena transmissão de rádio. Hoje em dia a Torre é a segunda estrutura mais alta de França e o edifício mais alto de Paris. O acesso ao primeiro nível da Torre só é possível subindo mais de 300 degraus e apenas se pode visitar o terceiro piso utilizando elevador. A Torre Eiffel está equipada com sanitários, restaurante (no segundo nível) e diversas lojas. É o monumento pago mais visitado de todo o mundo sendo anualmente procurada por largos milhões de pessoas. Do seu primeiro nível tem-se uma vista deslumbrante da cidade-luz, e quando toda iluminada a Torre Eiffel torna-se numa visão inesquecível.

2. Coliseu de Roma

Um dos edifícios mais emblemáticos da Europa é o Coliseu de Roma, Itália. Popularizado em diversos filmes e documentários, o Coliseu foi palco de acontecimentos dramáticos e presenciou espetáculos de toda a diversidade. Foi alvo de inúmeras pilhagens e sofreu o efeito de diversos terramotos que o deixaram em estado de semi-ruína. Presentemente alvo de importantes e minuciosas obras de restauração e manutenção o Coliseu começou a ser erigido em 70 d.C. e a sua construção prolongou-se até 90 d.C. Acredita-se que foi erigido no exato local onde o Imperador Nero tinha o lago do seu Palácio Dourado e que a escolha do lugar terá sido uma forma de tentar apagar da História os efeitos nefastos da destruição provocada por Nero ao mandar incendiar a cidade de Roma. Ao contrário de outros anfiteatros romanos o Coliseu não se encontra enterrado numa zona de encosta, mas está inserido num anel de rocha artificial que lhe garante sustentação. Construído em pedra calcária de grandes poros, ladrilhos, pedra travertina e mármore, o Coliseu media originalmente cerca de 190 por 155 metros estendidos por 2 eixos. A sua arena media 87,5 m por 55 m, tinha capacidade para acolher 50.000 pessoas e a sua altura rondava os 48 metros. No ano 80 d.C. e no tempo do Imperador Tito, teve lugar a inauguração do Coliseu de Roma numa festa que durou mais de 100 dias e onde tiveram lugar todo o género de espetáculos e de divertimentos da época, tais como combates de gladiadores, execuções, caçadas, lutas de animais numa tentativa de apaziguar os deuses e de trazer diversão à população. O Coliseu foi utilizado durante cerca de 400 anos, tendo no começo da Idade Média deixado de ser lugar dedicado à diversão e passando a destinar-se à habitação, forte militar, pedreira, oficina, sede de ordens religiosas e até templo cristão. Em 2007 o Coliseu de Roma foi eleito como uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno e é nos nossos dias uma das maiores atrações turísticas de Roma e o maior símbolo da cidade. O Coliseu de Roma é considerado como o mais brilhante marco da arquitetura do Império Romano, e dele disse o historiador inglês Beda, no século VII:” Enquanto o Coliseu se mantiver de pé, Roma permanecerá. Quando o Coliseu ruir, Roma também ruirá e quando Roma ruir, o mundo cairá.”

3. Mosteiro dos Jerónimos

Mosteiro dos Jerónimos, ou Mosteiro de Santa Maria de Belém, é um dos edifícios históricos mais visitados em Portugal, e , constituindo um autêntico símbolo da nação. Mosteiro português construído no século XVI, está localizado em Belém, e é o mais notável exemplo da arquitetura manuelina. A sua construção foi da iniciativa do rei português D. Manuel I, que pretendia perpetuar a grandiosidade da sua linhagem através da sumptuosidade desta obra, e prolongou-se por mais de uma centena de anos devido ao grande pormenor e enorme quantidade de elementos arquitetónicos. O edifico foi construído em calcário e as pedras que lhe deram origem foram extraídas das cercanias. Inclui na sua construção inúmeros elementos arquitetónicos próprios do período final do gótico e do renascimento e está impregnado de simbologia naturalista e régia. Originalmente ocupado pelos monges da Ordem de São Jerónimo, o Mosteiro dos Jerónimos permaneceu ao serviço desta Ordem até 1834, altura em que foram extintas as ordens religiosas em Portugal. Foi depois entregue à Casa Pia de Lisboa e passou a funcionar como abrigo para crianças órfãs e mendigos, finalidade que serviu até 1940. Em 1940 com a Exposição do Mundo Português, organizada pelo Estado Novo, os Jerónimos foram alvo de várias obras de restauro e de beneficiação a fim de deixar todo o monumento à altura do lugar de honra que teve durante a Exposição. A partir dessa data e até aos nossos dias, a importância do Mosteiro dos Jerónimos enquanto emblema de Lisboa e de Portugal nunca mais foi descurada, e a comprovar isso está o enorme numero de visitantes que acorrem anualmente aos espaços internos e externos deste Mosteiro. Desde 1907 que o Mosteiro dos Jerónimos faz parte dos Monumentos Nacionais e em 1983 foi-lhe atribuída a categoria de Património Mundial. Já em 2007 foi eleito como uma das Sete Maravilhas de Portugal.

4. Mesquita-Catedral de Córdoba

Localizada em Córdoba, na Andaluzia em Espanha, esta mesquita transformada em catedral é um dos monumentos mais visitados e mais famosos de toda a Espanha. A sua origem remonta ao século VIII, embora a sua conclusão tenha acontecido somente no século X, altura em que a cidade de Córdoba estava no auge da sua prosperidade, sendo mais importante ainda do que Bagdá e do que o Império Bizantino, em termos de artes, ciência e cultura. Na altura da sua conclusão a Mesquita de Córdoba era a segunda maior do mundo, só perdendo em comparação com a Mesquita de Meca. O teto da Mesquita apresenta um deslumbrante conjunto de arcos vermelhos e está apoiado em 850 colunas de jaspe, mármore e granito que proporcionam um espetáculo visual extraordinário. Construída durante o governo do emir Abderramão III, um dos mais brilhantes governantes islâmicos, a Mesquita de Córdoba foi consagrada como Catedral Cristã, quando em 1236 o califado da Andaluzia foi reconquistado pelas tropas cristãs. Impressionados com a beleza e grandiosidade do edifício, e sem coragem para demolir ou alterar profundamente a estrutura da Mesquita, os cristãos limitaram-se a uma adaptação sumária, fazendo nascer a Igreja de S. Pedro dentro da estrutura original da mesquita, deixando-a praticamente intocada. Ainda assim muitas vozes se têm erguido ao longo da História em protesto contra as modificações postas em prática, e que descaracterizaram o edifício convertendo-o numa mistura de duas religiões onde dificilmente se encontram a essência de nenhuma delas. Seja como for a Mesquita-Catedral de Córdoba está no coração dos espanhóis e ocupa um lugar de destaque na preferência dos turistas estrangeiros.

5. Porta de Brandemburgo

É um dos edifícios mais conhecidos na Alemanha, e um dos cenários preferidos por visitantes de todo o mundo para fazerem as suas fotografias ou filmagens. Situa-se em Berlim, na parte oriental do centro da cidade. Construída entre 1789 e 1791, a Porta de Brandemburgo, ou Portão de Brandemburgo servia de entrada triunfal para a famosa avenida de tílias que acedia ao Palácio dos Reis da Prússia. Construídas sobre outras portas mais antigas que delimitavam os limites da cidade de Berlim e que foram demolidas apenas por volta de 1788, as portas de Brandemburgo foram encomendadas pelo Rei Frederico Guilherme II da Prússia, e construídas por Carl Gotthard Langhans. Foram inauguradas a 6 de agosto de 1791 sem qualquer tipo de cerimónia oficial, e sobre elas, em 1793 foi instalada a célebre quadriga (carro puxado a quatro cavalos) que viria a ser roubada por Napoleão em 1806, aquando das invasões francesas. A quadriga voltou à Alemanha em 1814, passando a simbolizar a Vitória, enquanto dantes simbolizava a Paz. Tendo sofrido danos de diversa ordem ao longo do tempo, principalmente nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial, a Porta de Brandemburgo passou a servir no pós-guerra como divisão entre os setores leste (soviético) e oeste (britânico). Em 1950 a quadriga foi retirada e quase destruída pelos soviéticos, tendo sido refundida pelo setor ocidental de Berlim, enquanto as portas eram restauradas pelo setor oriental da cidade. Em 1958 a quadriga foi finalmente recolocada na Porta de Brandemburgo, apesar de envolvida em polémica pois foi colocada virada para o lado soviético de Berlim. Em 1961, com a construção do famigerado muro de Berlim a Porta de Brandemburgo ficou sem serventia alguma e assim se manteve durante cerca de 30 anos. Só após a queda do muro de Berlim e a reunificação das duas partes da Alemanha, a Porta de Brandemburgo viu devolvido o seu prestígio e reconhecido o seu valor histórico. Hoje em dia a Porta de Brandemburgo é vista como o símbolo da resiliência alemã face às dificuldades, e representa o triunfo e a prosperidade de uma nação envolta em episódios marcantes da história mundial.

6. Catedral de São Pedro

Catedral de São Pedro, ou Catedral de Genebra, está localizada no centro histórico da cidade de Genebra na Suíça, e é um dos edifícios europeus que toda a gente conhece. Reúne um grande número de visitantes durante todo o ano e nela se celebra missa todos os domingos. Foi construída no século XIII e é a mais antiga catedral de Genebra. Foi construída num estilo entre o românico e o gótico, embora a partir de meados do século XVIII a sua fachada passasse a exibir um estilo marcadamente neoclássico. No interior da catedral de São Pedro encontra-se o maior conjunto de capitéis de colunas de igreja em estilo românico e gótico de toda a Suíça. Erigida junto à margem direita do rio Lindenhof, é famosa também pelo seu grande relógio colocado na torre, que é considerado o maior de toda a Europa. Desde 1535 é a principal igreja protestante de Genebra, mas já foi uma catedral católica, conhecida por Sain-Pierre-ès-liens. Do tempo em que foi uma catedral católica sobreviveram os vitrais, tendo o interior sido despojado dos ornamentos e decorações pela austeridade reformista da Idade Média. Hoje em dia serve como templo cívico aonde se realizam os juramentos dos membros do Conselho do Estado. Do alto dos 500 degraus que conduzem à sua torre, a Catedral de São Pedro oferece uma vista encantadora de 360 ° sobre Genebra e sobre o célebre lago com o Jacto de Genebra. Nesta torre encontra-se também o maior sino da catedral que pesa cerca de 6 toneladas e foi inaugurado em 1407. A partir do ano de 2009 a Catedral de Genebra ocupa um merecido lugar na lista de honra do Património Europeu.

7. Acrópole de Atenas

Está localizada em Atenas, capital da Grécia, e situa-se numa colina rochosa 150 metros acima do nível do mar. É conhecida mundialmente e é um dos cartões de visitas da Grécia. Considerada por muitos como a mais famosa acrópole do mundo, a acrópole de Atenas não é no entanto a única acrópole grega. Porém a sua importância é tanta que basta referir-se-lhe como A Acrópole para ser facilmente identificável. Embora grande parte da edificação esteja em ruínas, a acrópole de Atenas ainda incorpora algumas das mais conhecidas edificações do mundo da antiguidade como é o caso do Propileu (portal para a parte sagrada da Acrópole), do Erecteion (templo dos deuses do campo), e do Partenon (templo principal de Atenas). Construída por volta de 450 a.C. e tendo ficado definitivamente concluída ainda durante o século V a.C., a acrópole serviu originalmente como proteção para a cidade contra os invasores inimigos. Mandada erigir pelo estadista Péricles durante o apogeu de Atenas, foi dedicada à deusa padroeira da cidade, Atena. Acessível a pé apenas pelo seu lado oeste, a Acrópole é formada por pedra calcária azul-marinho sobreposta em camadas duras, mas permeáveis. Xisto arenoso serve de apoio às camadas de pedra oferecendo uma base impermeável à Acrópole. Hoje em dia o espaço circundante da Acrópole (Teatro de Dionísio) é utilizado em reproduções de teatros clássicos recriando peças de grandes escritores gregos da antiguidade (Sófocles, Eurípedes e Ésquilo entre outros). A acústica de todo o espaço é perfeita e nele cabem largos milhares de pessoas. Muito visitada por turistas nacionais e estrangeiros a Acrópole está intimamente associada à Grécia e à sua história.

8. Palácio de Buckingham

Está na cidade de Westminster, em Londres no Reino Unido e é sem dúvida um dos mais conhecidos edifícios europeus. Sendo a residência oficial e local de trabalho por excelência do Monarca do Reino Unido, o Palácio de Buckingham nem sempre foi residência da realeza. Construído em 1703 para servir de moradia ao 1º Duque de Buckingham e Normanby, o palácio começou por ser uma grande casa de cidade. O Rei Jorge II comprou-o em 1761 para que nele residisse a Rainha Carlota de Mecklemburgo-Strelitz, e foi a partir dessa data que passou a ser conhecido como o Palácio da Rainha. Durante o século XIX Buckingham foi alvo de ampliações, sendo-lhe acrescentadas três alas em redor do pátio central. Só a partir do ano de 1837, e com a ascensão ao reino da rainha Vitória, o Palácio de Buckingham se torna oficialmente como a residência do monarca. No final do século XIX incluiu-se na estrutura do palácio o célebre balcão aonde a família real saúda a população. Durante a Segunda Guerra Mundial um bombardeio alemão destruiu a capela do palácio, e no seu lugar ergueu-se a Queen’s Gallery aonde desde 1962 são exibidas obras de arte da Royal Collection. Os interiores do palácio que originalmente eram decorados em tons brilhantes de lápis-lazúli e rosa foram remodelados em tonalidades cremes e douradas, e muitas das pequenas salas estão decoradas em estilo chinês. O jardim do Palácio de Buckingham é o maior dos jardins particulares de toda a cidade de Londres.

9. Parlamento Europeu

O edifício do Parlamento Europeu, em Bruxelas (capital da união Europeia) na Bélgica, é um dos mais famosos do mundo. É neste edifício que se tomam as decisões que influenciam a vida em todos os países da Comunidade Europeia e onde se debatem assuntos de interesse mundial a nível comercial, político, ideológico e social. No Edifício do Parlamento Europeu estão representados institucionalmente todos os Estados reunidos na unidade europeia, de acordo com o estabelecido no Tratado de Roma de 1957. Construído em forma de asa, a sua torre tem 60 metros e assemelha-se a um edifico inacabado. Semelhante à construção do pináculo de uma torre gótica, a parte superior deste edifício está orientada para cima e parece deslocada da restante estrutura. Quando o Parlamento não está reunido para sessão, o edifico pode ser visitado, e em querendo é possível assistir a uma sessão do Parlamento em grupo, ou sozinho. O Parlamento Europeu em Bruxelas tem recebido imensas visitas de pessoas que desejam constar de perto de que maneira e em que local se definem os destinos do velho continente.

10. Igreja da Sagrada Família

Iniciado em 1882, o Templo Expiatório da Sagrada Família de Barcelona, Espanha, é um edifico incontornável quando se visita a cidade de Barcelona. Imponente, altivo e semelhante a um rendilhado fantástico tecido em pedra, este edifício está todavia inacabado. Fruto da imaginação criativa do arquiteto catalão Antoni Gaudi é uma mistura feliz do estilo Arte Nova com a arquitetura religiosa. Impregnado de simbolismo em todos os seus detalhes o edifico da Igreja da Sagrada Família tem decoração inspirada em elementos neogóticos, barrocos e mouriscos. Revolucionário sob o ponto de vista arquitetónico, este edifício veio abalar a tradição da época e ainda hoje impressiona pela majestade das suas formas. Tem 12 campanários com 100 metros de altura, um coro de 14 metros de altura onde cabem 2.200 cantores, 5 cúpulas e o som que se produz no interior da igreja consegue também ser escutado no exterior. São incontáveis os visitantes que se deliciam com a beleza desta Igreja conhecida mundialmente e fotografada milhares de vezes todos os dias.

A Europa, velhinho continente que continua a fazer sentir a sua importância no mundo, tem agraciado o planeta com diversos . A lista de edifícios emblemáticos da Europa é praticamente interminável, e dependendo do critério podem organizar-se listas imensas de edificações interessantes a visitar e conhecer.

 

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